Na area internacional do aeroporto de Argel, há uma loja que vende só, e apenas vinhos argelinos. Os melhores vinhos da Argelia, disse o dono da loja.
Há uma semana, quando voltei à civilização, decidi comprar umas garrafitas, uma caixa de 3.
Todos nós sabemos que actualmente, segundo a legislação internacional, é proibido levar liquidos dentro da cabine do avião mas, como as tinha comprado na area internacional… levei-as, dentro da caixa, e ninguem me disse nada.
Até que cheguei a Madrid, para apanhar a ligação para Lisboa.
Para ir apanhar o voo de ligação não é necessário sair do terminal mas há um controlo de bagagem de mão.
Resultado, garrafas de vinho “No es permitido”. Ou tem de ser despachada com a bagagem no check in, ou vai para o bidão para ser destruido. Isto dito primeiro em Espanhol macarrónico e depois em Inglês, a ler um papel, ainda pior.
Em dois voos seguidos da Iberia, no primeiro foi permitido, no segundo já não.
Destruido? Mas alguma vez os espanhois iam destruir 3 garrafas de vinho? Iam era fazer uma jantarada à custa do vinho aqui do Tuga.
Lá fui eu despachar as garrafas, dentro da caixa. Só queria que vissem a cara de espanto do gajo do check in ao ver a “bagagem” que tinha para despachar… “Que se vao quebrar” dizia ele.
Que se lixe se se partissem, não iam era para o bidão de itens a destruir.
Acabei por despachar a caixa, dentro da minha mochila, sem esperanças que chegassem a lisboa intactas… mas chegaram.
Moral da História:
Acreditem quando vos digo que a Argélia ainda fica um pouco à margem da civilização, pois, segundo a legislação internacional de segurança aeronautica, nunca me deviam ter deixado embarcar com uma caixa de garrafas, sem estarem devidamente seladas.
E será que por aquela segurança só deixam passar as garrafas de vinho?
Há uma semana, quando voltei à civilização, decidi comprar umas garrafitas, uma caixa de 3.
Todos nós sabemos que actualmente, segundo a legislação internacional, é proibido levar liquidos dentro da cabine do avião mas, como as tinha comprado na area internacional… levei-as, dentro da caixa, e ninguem me disse nada.
Até que cheguei a Madrid, para apanhar a ligação para Lisboa.
Para ir apanhar o voo de ligação não é necessário sair do terminal mas há um controlo de bagagem de mão.
Resultado, garrafas de vinho “No es permitido”. Ou tem de ser despachada com a bagagem no check in, ou vai para o bidão para ser destruido. Isto dito primeiro em Espanhol macarrónico e depois em Inglês, a ler um papel, ainda pior.
Em dois voos seguidos da Iberia, no primeiro foi permitido, no segundo já não.
Destruido? Mas alguma vez os espanhois iam destruir 3 garrafas de vinho? Iam era fazer uma jantarada à custa do vinho aqui do Tuga.
Lá fui eu despachar as garrafas, dentro da caixa. Só queria que vissem a cara de espanto do gajo do check in ao ver a “bagagem” que tinha para despachar… “Que se vao quebrar” dizia ele.
Que se lixe se se partissem, não iam era para o bidão de itens a destruir.
Acabei por despachar a caixa, dentro da minha mochila, sem esperanças que chegassem a lisboa intactas… mas chegaram.
Moral da História:
Acreditem quando vos digo que a Argélia ainda fica um pouco à margem da civilização, pois, segundo a legislação internacional de segurança aeronautica, nunca me deviam ter deixado embarcar com uma caixa de garrafas, sem estarem devidamente seladas.
E será que por aquela segurança só deixam passar as garrafas de vinho?
Espero bem que sim.
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